Good governance: what PR professionals can bring to the boardroom

Published by IPRA NOv, 2021

The 21st century has given us plenty of business scandals. In response, we’ve seen a direct increase in governance initiatives inside companies of all sizes as they work towards greater longevity, seek to prevent future issues and guarantee better working practices.

 

Most people remember or were directly impacted by the Lehman Brothers  scandal of 2008, when this major US investment bank conceded high risk mortgage loans and subsequently went bankrupt. The Dow Jones Index plummeted, causing huge stress in the markets. But this is far from the only scandal we can name. In the same decade, giant company Siemens was caught up in corruption practices in Nigeria, while Shell overvalued its oil reserves by 23%, generating wrong information about its profits to the markets. And let’s not forget the scandal of Enron faking its numbers.

 

Sadly, the list is long. And the general perception is that such things wouldn’t have happened if companies had better governance and kept good practices, respecting their stakeholders.

 

In a world of connected economies and communications, reaction to the exposure of these malpractices was strong and relatively fast. Beyond facing  financial and brand image damage, companies had to rethink their practices, their actual commitment to the values they claimed to follow and had displayed in fancy receptions and on their websites, and go back to the drawing board to rewrite their managerial profiles and habits.

 

Globally, companies and their investors started to experience a shift in several corporate practices. It is also worth mentioning that the impacts of climate change became more noticeable, adding another fundamental element to the long list of changes needed. It is not surprising that ESG (​​environmental, social and governance) has become the word on everyone’s lips.

 

New opportunities for PR

What we are able to observe today is that this new situation opens up new opportunities for Public Relations professionals working at senior level, who previously were usually restricted to technical and operational delivery of their knowledge. Now, these professionals can apply to be a part of the many Boards and Committees inside organisations that are seeking more diversity and different skills in order to meet sustainability targets.

 

Although once restricted to the role of managing communications with different stakeholders in activities that followed macro strategies defined by the Boards, senior public relations and communication professionals, who have a wide array of distinct experiences within their profession, can now have the opportunity to contribute with trends analysis, macro-overviews, behaviours and brand protection information that is highly valuable to the Boards. This is a different relationship to that based purely on providing PR services. The Public Relations expert and Board member will need to commit with transparency. Not hiding realities, but instead  stimulating  their  peers  to improve the company’s realities in direct alignment with its values, making use of all their communication strategies and skills.

 

Sustainability, corruption, fraud, abuse of short-term incentives for executives and investors, as well as the complexity and multiplicity of relationships that organisations establish with a variety of different audiences are some of the topics that Boards often address. Within the Board, all of these subjects  need to be aligned  with the values of the company and committed to a sustainable and healthy environment for all stakeholders. Seasoned Public Relations professionals can play an important role in strengthening and disseminating the principles and values at the heart of the Board and organisation, because this ability is in their DNA as professionals.

 

The increasing transparency of organisations is another shift that is here to stay. It means that the public relations professional, instead of being pushed to ‘protect’ the brand, will have to push the company to present numbers and impact measurements, coming up with data that translates actions into numbers and financial impacts that can be understood by all members of the Committees and Boards. Senior PR professionals can certainly contribute to the improvement of policies that increase transparency and give cohesion between practices and theory.

 

Goodbye to hiding skeletons

It’s time for companies to go beyond the basics of just presenting financial statements or following existing rules and laws. There is a need to provide relevant information to different audiences by assuming that this is the right principle to follow to achieve long term sustainability. The era of receiving orders and hiding skeletons in closets is coming to an end, from top to bottom. Having a skilled PR professional sitting on a Board helps the company achieve the level of transparency needed, with constant connection to the values and all the company stakeholders.

 

Even if joining a Board might pose a big challenge for Public Relations professionals – for example due to a lack of expertise in finance, accountancy, or other key subjects – it does not mean that it is impossible. PR professionals will need to study and add more knowledge to their portfolio.

 

They must learn to interpret corporate balance sheets and understand the business in depth. This knowledge is mandatory, even at a time when institutions are requesting Board members who are diverse and very proactive.

 

Adding more business knowledge opens up interesting opportunities to strengthen the work of protecting brands through the dissemination and preservation of values. Having an active voice, with the same voting power as areas traditionally considered a priority in companies, completely changes the game for PR professionals globally.

 

The Author

Sandra Sinicco

Sandra Sinicco is CEO of GrupoCASA, a PR consultancy established in Brazil and the UK. She also founded the LatamPR network of independent agencies covering 14 countries in Latin America and was one of the founders of Abracom, the Brazilian Communications Association.

Alimentação Saudável e Grafite

O projeto Muros com Arte , uma iniciativa da Horizonte Educação e Comunicação, em parceria com a Diretoria de Ensino Região de Sorocaba e patrocínio da Coop e da Secretaria de Estado da Cultura – Programa de Ação Cultural, começa a espalhar experiências educacionais no interior do Estado de São Paulo  levando o grafite aos muros das escolas vencedoras com os desenhos campeões inspirados no tema “Alimentação Saudável”.

O projeto teve início em agosto, primeiro com oficinas educativas envolvendo alunos e professores de escolas públicas para conhecerem o tema em profundidade e estimular a produção de desenhos. Na segunda etapa os desenhos passaram por um Concurso Digital e agora, nesta que é a etapa artística, as três obras vencedoras serão transformadas em grafite nos muros das escolas ganhadoras.

Foram mais de 1.160 alunos do Ensino Fundamental II envolvidos e 120 trabalhos enviados por alunos só na cidade de Sorocaba. Os desenhos passaram por uma seleção criteriosa feita primeiramente pela Comissão Organizadora do projeto. Quinze deles foram selecionados e apresentados para a votação popular online. Os vencedores foram as escolas E.E Dionysio Vieira (aluno: Emmanuell Henrique Oliveira Carriel), E.E Profª Joaquim Izidoro Marins (aluno: Henrique Pereira Silvério) e E.E Senador Luiz Nogueira Martins (aluna: Melissa Queiróz de Medeiros) que terão suas obras de arte grafitadas nos muros das próprias instituições, pelos alunos, com a monitoria do grafiteiro, Fernando Vazio. “Comecei a fazer grafite na minha pré-adolescência. Hoje ser um arte-educador é devolver às ruas àquilo que foi plantado no início da minha carreira. Atualmente, o grafite é mais acessível e este é um mercado que pode se transformar em uma profissão. A dica que dou é estudar muito e praticar. Ainda estou aprendendo muito”, comenta Fernando. 

“Todos sabem que uma dieta saudável inclui muita fruta, verdura, legumes, grãos integrais e restringe alimentos industrializados ricos em sal, açúcares e gorduras. No entanto, a alimentação saudável vai muito além da preocupação com o seu valor nutricional, ela envolve valores sociais, afetivos e sensoriais, que vão da escolha dos alimentos, suas preparações, as características do modo de comer e do ambiente onde são consumidos, considerando as diferentes fases da vida e etapas do sistema alimentar” comenta Allan de Amorim, coordenador do projeto na Horizonte. “Essa iniciativa conecta duas áreas da educação: ciências e artes, perpetuando os valores aprendidos em um grafite que será para todos, valorizando o trabalho artístico dos jovens alunos e seus professores”. O projeto segue em setembro para a cidade de Piracicaba/SP.

Marcas sérias não cavalgam em cima de tragédias

 

Na semana passada, uma jovem negra de 24 anos, Kathlen Romeu, grávida, recém-formada em design de interiores, foi morta por tiros durante uma operação policial na comunidade Lins de Vasconcelos, zona Norte do Rio de Janeiro. Ela ia com a avó visitar uma amiga.

Kathlen trabalhava em uma loja da grife Farm na zona Sul da cidade. A Farm, por sua vez, é uma marca do Grupo SOMA que abriu capital há um ano, quando captou R$ 1,8 bilhão. Além da Farm, o grupo ainda é dono das marcas Animale, Fábula e Maria Filó. Em abril, a varejista adquiriu a Cia. Hering por R$ 5,1 bilhões e deu início à entrada do grupo ao segmento de moda a preços mais baixos.

Tudo foi muito rápido. Assim que a morte da jovem foi anunciada, a loja resolveu criar um código de vendas utilizando o nome de Kathlen com o intuito de doar um percentual para a família da vítima. “A partir de hoje, toda a venda feita no código de Kathlen – E957 – terá sua comissão revertida em apoio para sua família. Reforçando que nós também vamos apoiá-la de forma independente e paralela”, dizia o texto da Farm.

Vários fatos chamam a atenção em relação ao comportamento das pessoas neste contexto. Em primeiro lugar, a Farm tenta se aproveitar da morte de uma jovem funcionária, querendo vender mais a qualquer custo, sem se importar com as consequências ou as perdas reais que ocorreram nesta esta tragédia. Afinal, que tipo de comprometimento tem esta empresa com seus colaboradores?

Outro fato que considero chocante é que muitas das pessoas que comentaram negativamente a respeito da ação da marca sugeriam que a loja poderia ter dito que doaria o lucro de todas as vendas para a família da Kathlen – o que em si ainda seria um ato que endossa este comportamento promocional. Os comentários focaram mais no fato de ser um percentual da comissão, do que na promoção em si. Isso demonstra o grau de distorção em que nos encontramos hoje no Brasil.

Portanto, a partir do momento em que a marca “reconhece” seu erro e volta atrás, informando que irá “reverter integralmente” 100% das vendas geradas através do código naquele dia para a família de Kathlen e estabelece, novamente “que vamos continuar dando todo o apoio necessário de maneira independente, como fizemos desde o primeiro momento em que recebemos a notícia“, a marca continua na mesma toada. Ou seja, a empresa não aprendeu nada com o ocorrido e continuou a promover vendas (por um dia só! Aproveite!) em prol da família da Kathlen.

Atitudes como essa merecem o repúdio total e absoluto da parte de todos. Empresas sérias que cuidam de seus colaboradores não precisam cavalgar em cima de vítimas de violência e trauma para vender mais. Cumprem com seus compromissos e zelam pela qualidade de vida de seus colaboradores e familiares sem precisar fazer publicidade em cima disto pois este é o seu dever. E, se quiserem avançar mais por uma sociedade mais justa, se engajam na multitude de lutas empreendidas por entidades sérias através de apoios — sem filantropia — às vezes anônimos, para que o mundo em que atuam seja mais justo e consiga lutar por uma melhor qualidade de vida. Marcas sérias não cavalgam em cima de tragédias. Marcas sérias adotam causas de fato. Quando apoiam causas é por longos períodos de tempo e envolvem toda a organização na formação de uma cultura que passa a ser parte do DNA dos colaboradores e, por consequência, da marca. Se durar, a Farm tem muito a aprender ainda.

Autor: Sandra Sinicco é CEO do GrupoCASA Brasil e UK e fundadora da LatamPR

**Crédito da imagem no topo: Eugenesergeev/iStock

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